19.6.09

WORKBOXES


Guiado pela forte aposta na formação em ambiente não formal em artes performativas, o Centro Cultural Vila Flor promove um programa de formação multidisciplinar e integrado para os todos os públicos.

Curiosos, profissionais e indecisos são convidados a participar em 10 dias de formação e produção artística que trazem ao CCVF alguns dos formadores mais multifacetados e inovadores da formação artística contemporânea e onde cada participante terá acesso a workshops que abordam áreas tão diversas como a performance/instalação, a produção de música electrónica, teatro do movimento, dança contemporânea, bailado clássico, composição multidisciplinar, fotografia, cinema, percursão, pintura e escultura. A inscrição no programa pressupõe o acesso a todos os workshops. Baptizadas de workboxes, os espaços de formação são mais do que um programa de formações. Concebidas como plataformas híbridas e multifuncionais, as workboxes foram pensadas com uma dupla função: espaços para a realização dos workshops e espaços de experimentação. Horário Das 10h00 às 13h00 e das 15h00 às 18h00 Público-alvo a partir dos 10 anos de idade Data limite de inscrição 29 de Junho 01 A 11 DE JULHO Performance/instalação Vera Mota Produção de música electrónica Filipe Galante Teatro do movimento Catarina Santana Composição multidisciplinar Victor Hugo Pontes Fotografia André Príncipe Cinema Rodrigo Areias Percursão Mário Gonçalves Escultura Rute Rosas
06 A 11 DE JULHO Dança em espaços improváveis Helder Seabra (dança contemporânea) e Maria Luísa Carles (bailado clássico) Pintura Nuno Florêncio As inscrições já estão abertas e poderão ser efectuadas, até ao próximo dia 29 de Junho, no Centro Cultural Vila Flor ou no site do CCVF em www.ccvf.pt através do preenchimento do formulário disponível online.

As inscrições serão aceites até ao dia 29 de Junho e poderão ser efectuadas no Centro Cultural Vila Flor ou no site do CCVF através do preenchimento do formulário disponível online. O pagamento poderá ser efectuado em numerário no Centro Cultural Vila Flor, através de cheque enviado por correio à ordem de A Oficina, CIPRL, ou através de transferência bancária para o NIB 001000002457815000196 (necessário envio de comprovativo para o CCVF), até à data limite de inscrição. A inscrição só é considerada válida após efectuado o pagamento. Em caso de desistência, não será devolvida a importância paga no acto de inscrição.

9.6.09

Quintas de Leitura


18 de Junho - 22.00
Teatro do Campo Alegre
Rua das Estrelas s/n
Porto

DUPLA EM FOTOMONTAGEM
Performance de Victor Hugo Pontes
Interpretação - Elisabete Magalhães e Victor Hugo Pontes
Sonoplastia - Christos Fanara e
Sérgio Cruz
Desenho de Luz - Wilma Moutinho
Apoio - Núcleo de Experimentação Coreográfica
Agradecimento - Madalena Alfaia

"Fazes-me falta" é o título da próxima sessão do ciclo poético "Quintas de Leitura", que se realiza a 18 de Junho, às 22h00, no Auditório do TCA, com a participação do colectivo poético Caixa Geral de Despojos.

Esta sessão é marcada pela presença de duas mulheres insubmissas e brilhantes da cultura portuguesa: a escritora Inês Pedrosa e a fadista Aldina Duarte. Inês Pedrosa escolheu e apresentará 25 belos e surpreendentes Poemas de Amor, todos de autores portugueses: Mário Cesariny, António Botto, Álvaro de Campos, Eugénio de Andrade, Sophia de Mello Breyner, Ana Hatherly, Natália Correia, Alexandre O'Neill, Fernando Assis Pacheco, Pedro Támen, Al Berto, Maria Teresa Horta, Nuno Júdice, Luís Miguel Nava, Luiza Neto Jorge, Manuel António Pina, Jorge Sousa Braga, Maria do Rosário Pedreira, Fernando Pinto do Amaral, José Tolentino Mendonça, Herberto Helder e Inês Pedrosa.

Os poemas foram escolhidos para as vozes de Catarina Nunes de Almeida, Rute Pimenta e de três elementos do colectivo poético Caixa Geral de Despojos (Filipa Leal, Isaque Ferreira e Pedro Lamares). A imagem da sessão, produzida em tempo real, é da responsabilidade do ilustrador António Jorge Gonçalves.

O momento de performance é assegurado por Victor Hugo Pontes e Elisabete Magalhães. Apresentarão a peça "Dupla em Fotomontagem".

O espectáculo contará ainda com o regresso aos palcos das “Quintas de Leitura” do jovem, talentoso e laureado pianista Raúl Peixoto da Costa, que interpretará temas de Chopin e Liszt. Aldina Duarte dará um concerto com cerca de 45 minutos, a fechar a sessão, onde cantará temas do seu último disco " Mulheres ao Espelho".

Refira-se, por fim, que o espectáculo é assinado pela dupla João Gesta e Mafalda Capela, também elementos do colectivo Caixa Geral de Despojos, e igualmente responsáveis por espectáculos de sucesso como "Bife Picado", “Irene! Irene! Sirva o Leite-creme!”, “Fio Mental” e “Nunca mais é sável”, todos apresentados no âmbito das “Quintas de Leitura”. Adivinha-se uma noite intensa, arrebatadora, cheia de tensão poética, construída à medida do seu coração.

Bilhetes a pensar na crise: 9,00 Euros e 6,00 Euros (c/ desconto).

Napoli Teatro Festival - Itália

L´Européenne
Teatro di San Carlo - Napoli
Estreia Absoluta da versão Itália
4 Junho (22.30)
5 Junho (20.00)
6 Junho (22.30)
www.napoliteatrofestival.it

orquestra do Teatro di San Carlo e Elizabeth Mazev, Marie Dompnier, Christophe Vandevelde, Victor Hugo Pontes, Cristiano Nocera, Lenka Luptakova, Giovanna Scardoni, Piera Formenti

Elizabeth Mazev e coro infantil do Teatro di San Carlo

10.5.09

L´EUROPEENNE de David Lescot

à la COMÉDIE de Reims

du 13 au 20 Mai à 20h 30 à L´Atelier
(Mercredi et Jeudi à 19h30)

texte, musique et mise en scène David Lescot

avec Marie Dompnier, Scali Delpeyrat, Piera Formenti, Lenka Luptakova, Elizabeth Mazev, Cristiano Nocera, Victor Hugo Pontes, Giovanna Scardoni, Christophe Vandevelde, Virgile Vaugelade, Clément Lendais, Karine Germaix
scénographie Alwyne de Dardel
lumières Joël Hourbeigt
costumes Sylvette Dequest
accessoires Philippe Binard
direction musicale, chef de chant Virgile Vaugelade

Production Théâtre de la Ville-Paris, Napoli Teatro Festival Italia

Coproduction La Comédie de Reims-centre dramatique national, Théâtre de l’Union-Centre Dramatique National du Limousin, TnBA-Théâtre national de Bordeaux en Aquitaine, La Compagnie du Kaïros

Avec le soutien du Fonds d’Insertion pour Jeunes Artistes Dramatiques/D.R.A.C. et Région Provence-Alpes-Côte d’Azur et du Théâtre des Amandiers - Nanterre

J’ai commencé à réfléchir à L’Européenne aux lendemains du référendum sur la Constitution de 2005. Comme j’ai besoin d’inventer un titre avant d’écrire une pièce, je l’avais intitulée Europe réanimation. J’avais alors l’idée d’un vieux corps malade, mais aussi d’un Nouveau Monde, à construire, qui était tout aussi bien un monde très ancien, et dont de toute façon personne ne voulait. Déjà les représentations se mêlaient, comiques et morbides, celle d’une machine très compliquée, au fonctionnement paradoxal. Alors j’ai projeté ma situation, celle de devoir représenter l’Europe, à l’intérieur de la pièce elle-même. De l’Europe, jusqu’alors, je n’avais été amené à formuler qu’une réponse un peu lapidaire, un peu binaire (oui ou non). Mais depuis quelque temps il nous faut être plus européens qu’auparavant. Nous sommes dans l’Europe. Mais l’Europe est-elle en nous ? Quelle représentation, individuelle ou collective, sommes-nous capable d’en donner ? Serons-nous à la hauteur de « l’année européenne du dialogue » dont on nous a prévenus qu’elle aurait lieu l’an prochain ? Pour répondre à ces questions, et écrire le texte de la pièce, j’ai cru bon de me scinder en plusieurs figures : une linguiste wallonne adepte de l’« intercompréhension passive » ; un compositeur désireux de raviver les symboles usés de l’Europe ; un poète qui planche sur la première épopée européenne ; un performer portugais révolté ; une installatrice berlinoise qui redépouille indéfiniment le référendum ; trois musiciens en quête d’orchestre ; une sous-déléguée à la Direction générale des affaires culturelles de la Commission européenne chargée d’encadrer les précédents ; la plus vieille Européenne encore vivante, escortée par une fantomatique jeune femme slovaque. Il y aura donc sur la scène les rythmes, les souffles, les mots, les musiques et les langues de l’Europe. Ce sera je crois comme une cacophonie minutieuse, ou mieux, une harmonie débridée. David Lescot

autour de la pièce J’ai relu ou revu les oeuvres du « dérèglement », celles où les machines sociales dysfonctionnent au point de se mettre à fumer (Le Révizor de Gogol, Le Mandat de N. Erdman, Playtime de J. Tati). Je pense que les sujets les plus politiques, les plus graves, peuvent se nicher dans une forme légère, qui n’empêche en rien la profondeur, l’émotion et la pensée. Car il y a une sorte d’émotion politique assez particulière attachée à l’Europe, monde ancien, mais monde à construire, ou à reconstruire. J’ai voulu faire de L’Européenne une sorte de revue ou de comédie musicale, car c’est aussi par la musique, et notamment la musique politique, que je suis entré dans mon sujet. J’en ai écrit la musique (y compris le nouvel hymne européen, et je ne suis pas sûr d’avoir fait mieux que Beethoven mais tant pis). Mes premiers spectacles rassemblaient une vaste troupe et jouaient sur le passage du parlé au chanté, du théâtral au musical. Cette fois-ci je veux prolonger cette recherche, ce mélange, à la rencontre d’une question brûlante, actuelle, commune à tous. David Lescot

Manual de Instruções: Plataforma Portuguesa de Artes Performativas

25.3.09

Video - Manual de Instruções - (fragmentos)

Maratona


Exercício final do Atelier de Teatro “Esta noite não estou para ninguém”, a partir do texto Os Cavalos Também Se Abatem, de Horace McCoy.

24 e 25 :: Março

21h45

Estúdio NEC (mapa em anexo)- Porto

Entrada livre sujeita à lotação do espaço

Reservas: 961424668 / 913211428 / nec@nec.co.pt


Direcção :: Victor Hugo Pontes

Interpretação :: Afonso Santos, Ana Sousa, Bárbara Teixeira, Bruno Santos, Carla Moura, Carlos Correia, Carla Van Rossum, Ivone Oliveira, Ilva Otero, Joana Inácio, Joana Pinheiro, Manuela Azevedo, Mafalda Loureiro, Mafalda Mendonça, Rita Campos, Sara Fernandes, Sofia Quelhas e Sílvia Silva

Agradecimentos :: Teatro Nacional de S. João, Teatro Art`Imagem, Entretanto Teatro, Adelaide Gomes, Madalena Alfaia e Wilma Moutinho

Organização :: Núcleo de Experimentação Coreográfica


Partindo do universo da obra Os Cavalos Também Se Abatem, construiu-se um exercício “onde será necessário pôr à prova a habilidade e a resistência, na maior maratona de dança do mundo” (Rocky).

No mundo actual, somos cada vez mais confrontados com o sofrimento dos outros, perante o qual assumimos quase sempre a posição de observadores passivos – quer por causa do fascínio que nos suscitam os programas de televisão que exploram a intimidade dos participantes, expondo-os perante o público em troca de algum dinheiro e dos tão desejados 15 minutos de fama, quer no caso dos acidentes nas auto-estradas, em que abrandamos para ver se alguém morreu, se há feridos. São situações que despertam reacções complexas, controversas, revelando o melhor e o pior do ser humano – o prazer em devassar a intimidade alheia, o prazer em sentir compaixão pelo nosso semelhante.

Glória e Robert são os dois personagens principais nesta intriga. Entram num concurso de dança com o único objectivo de conquistarem uma vida melhor (mesmo que tal aconteça apenas no tempo de duração do concurso, pois têm comida e dormida de graça). No entanto, ambos acalentam um sonho. Glória quer ser actriz em Hollywood e Robert quer ser realizador. Nem sempre a hierarquia dos sonhos que temos para a nossa vida determina o curso das decisões que tomamos…

O NEC é uma estrutura financiada por | Ministério da Cultura / Direcção-Geral das Artes

Apoio ao Espaço NEC | Câmara Municipal do Porto / Porto Lazer


Núcleo de Experimentação Coreográfica

Fábrica Social- Fundação Escultor José Rodrigues

Rua da Fábrica Social, s/n

4000-201 Porto

Telm. 913211428 / 961424668

nec@nec.co.pt

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